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Feliz dia das mães

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Este dia bem lembrado por todos, pode trazer muitos sentimentos. Sentimentos de saudades, amor e até raiva. Mas raiva, de mãe??? Como assim??? De raiva por ter perdido uma mãe amada pelo destino, raiva de não ter tido mãe, raiva de ter uma mãe que não foi aquilo que você esperava que ela fosse. Saudades por estar longe da mãe, saudades de uma mãe que não volta mais. E o amor? Ah! O amor! Sentimento sublime, que cura, encoraja, prepara para a vida, ensina.O real imaginário que todos formamos de mãe. Mas mãe também tem dúvida, mãe fica cansada, mãe fica triste, tem medo, ama, odeia, fica brava, detesta... E tudo isso numa pessoa só. O fato é que todos, mas todos mesmo, só por estarem lendo este texto, tiveram uma mãe. A biológica que gerou e que nos deu a luz, mas muitos tiveram uma mãe vestida de pai, madrinha ou padrinho, tia/tio, irmã/irmão, avô, avó, vizinho ou vizinha... Qualquer adulto que nos olhou, por nós se apaixonou, nos alimentou, trocou, banhou... E se o fez, ...

Como ajudar na memorização e na aprendizagem das crianças?

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Toda família sabe o caos que se instala nas casas na hora de fazer a lição de casa. Choramingos, interrupção sistemática, procrastinação e para coroar tudo isso vem as brigas, discussões, desgastando as relações familiares. O fato é que a lição de casa ajuda (ou deveria ajudar) na memorização dos conceitos trabalhados em sala de aula. Mas será que a tarefa apenas repetindo uma quantidade exagerada de exercícios é eficaz? Por um lado sim, a repetição ajuda no processo de memorização, mas há outras maneiras que podem ajudar a criança e ao jovem a memorizarem o que aprenderam. Obviamente, a memorização começa na sala de aula. O professor deve entreter o aluno fazendo com que eles prestem atenção nas aulas. Mas como? Que tal um filme, uma discussão de texto de jornais ou revistas, feitio de maquetes, rimas, músicas, há tantas possibilidades!! Tudo que nos faz sentido, tem significado, é melhor aprendido. Que tal seria aprender matemática ou trigonometria construindo um estádio ...

Desafio da baleia azul, 13 razões... Por que se fala tanto disto??

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Os dois temas remetem a um assunto que todos tem vontade de nunca vivenciar ou falar sobre ele: O suicídio.                 O desafio da baleia azul é um “jogo” disseminado na internet e que , através de “desafios “(são 50)  instiga o jovem a tirar sua vida.  A pessoa recebe os desafios por mensagem de celulares. Ele é fomentado a se automutilar cortando-se, a subir em lugares altos e, por fim, tirar sua vida.                 As treze razões vieram da série 13 reasons to why, uma série de canal fechado que conta a estória de uma adolescente que se suicida e deixa, para um colega , 13 fitas cassete com os motivos que fizeram-na tomar tal decisão.                 Alguns casos de suicídios de jovens no Brasil estão sendo investigados pela políc...

O que é Autismo?

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O autismo faz parte dos TEA (transtorno do Espectro Autista) e é um distúrbio de desenvolvimento complexo. No Brasil, tem-se aproximadamente 2 milhões de autistas diagnosticados, a maioria deles, meninos. Nos últimos anos, a prevalência vem aumentando,  porém, não se sabe se por causa dos diagnósticos serem feitos em maior quantidade ou realmente estão nascendo mais crianças com esta problemática. A ciência ainda não encontrou a causa do autismo, mas se sabe que prematuridade do bebê, idade do casal acima dos 40 anos e casos de autismo na família podem aumentar a chance da criança nascer com esta característica. Apesar de existirem vários “níveis” de prejuízo no autismo, na grande maioria dos casos, encontramos em maior ou em menor grau as dificuldades de interação social, o atraso no processo de comunicação, os comportamentos repetitivos e os interesses restritos. Crianças que não balbuciam, tem atrasos na fala, não fazem contato visual, não demonstram interesse em outras c...

Meu filho precisa fazer uma avaliação neuropsicológica. E agora?

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            Estamos caminhando para o segundo bimestre. O meio do ano se aproxima! As crianças já puderam receber as notas das provas da primeira etapa.             Muitos alunos (e pais) ficam descontentes e preocupados não apenas quando as provas acontecem, mas também quando se recebem as notas. Algumas crianças vem angariando por anos dificuldades na escola. Sempre de recuperação, passando de ano muitas vezes por conselho de classe, com necessidade constante de acompanhamento, isso quando, todos estes esforços não dão resultados e a tão temida repetência entra na vida delas sem dó nem piedade.             Até que um belo dia um médico, psicopedagogo ou o próprio professor sugere uma avaliação neuropsicológica. Mas o que é isso? Que problema sério tem o meu filho? Quem faz esta avaliação? Muitas dúvidas vem à cabeça dos pais. Vamo...

Síndrome de Down nas escolas

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Esta semana comemoramos a semana da Síndrome de Down, cujo objetivo é informar as pessoas sobre o que é, falar sobre os direitos  das pessoas com a síndrome, além de diminuir o preconceito com crianças e adultos portadoras da doença. A síndrome ocorre através de uma alteração genética, composta por um número a mais de cromossomos no cromossomo 21, que acontece bem no início da divisão celular na gravidez, e não é possível prevenir esta má divisão celular. As crianças portadoras desta enfermidade nascem com algumas características: ·     Dificuldade de abstração, QI rebaixado, maior dificuldade nas habilidades cognitivas (como memória, atenção, percepção, organização motora, funções executivas – fatores que auxiliam na aprendizagem), ·          Cabeça, nariz, boca pequena e língua grande, ·          Baixa estatura, pés e mãos pequenas, ·      ...

A importância das reuniões de pais e professores

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Muitos pais e professores até tremem quando a data da reunião de pais é agendada. O professor fica nervoso, pois nem sempre suas pontuações são bem entendidas pelos pais, muitas vezes são vistas como “perseguições”, “falta de preparo”  para lidar com os alunos ou reclamações sem fundamento.             Pelo lado dos pais, além de “perda de tempo”, num mundo tão corrido, as reuniões são, muitas vezes, vistas com descrédito, ou porque não querem escutar mais uma vez as dificuldades dos filhos, que vem acompanhado de mais um pedido de avaliação profissional,  ou não se interessam pelo que ocorre na escola ou ainda “sabem tudo” o que a professora vai falar, afinal, meu filho é bom aluno -  então, não  se faz necessária sua presença.             A rejeição é tamanha, que já se cogita em fazer um projeto de lei obrigando os pais a participarem das reuniões...