domingo, 19 de abril de 2015

Meu filho tem TDAH! E agora?

Sempre quando os pais recebem esta informação, no primeiro momento, levam um “choque”! Por não saberem o que significa TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, o que é extremamente normal, pois tudo o que é novo assusta!!
Mas na verdade, não é para criar pânico. Pelo contrário, a partir do momento que se tem um diagnóstico, existe há possibilidade para agir e traçar um plano interventivo no qual poderá ajudar o seu filho a entender como funciona este processo e como poderá superar as dificuldades que surgirem no decorrer do caminho.
O TDAH é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD. Ele é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes do mundo em que já foi pesquisado. 
O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas: Desatenção e Hiperatividade-impulsividade.
A criança que possui apenas a desatenção são classificadas como TDA, é aquela que parece estar no “mundo da lua”. Não ouve quando chamada, desconecta-se por alguns instantes e o pensamento a leva para outro lugar. Prejudicando, muitas vezes o seu desempenho escolar.
Já aquelas que possuem o transtorno combinado com hiperatividade e  impulsividade, são classificadas como TDAH. Não conseguem ficar paradas, mexem-se com frequência, costumam puxar conversa com seu colega de classe no meio da explicação da professora, na escola é um martírio ficar sentado, e prestar atenção então, é quase impossível. Não consegue ouvir uma ordem até o final, interrompendo o adulto, antes mesmo dele terminar. Costumam com frequência envolver-se em confusões, pois o comportamento impulsivo faz com que aja assim.
O melhor de tudo é saber que existe um tratamento e que a criança e o adolescente que são acompanhados por profissionais, conseguem alcançar seus objetivos na vida e ter uma qualidade de vida. Lembrando, que este acompanhamento se faz necessário com uma equipe multidisciplinar. Composta muitas vezes por: neurologista, psicopedagogo, psiquiatra, e em algumas vezes o psicólogo e o fonoaudiólogo se faz necessário, dependendo da área que precisa ser trabalhada.

Se você quiser conhecer melhor sobre o assunto, entre em contato.


Por Karla Carvalho – psicopedagoga@edah.com.br