domingo, 15 de janeiro de 2017

A brincadeira nossa de cada dia!



A criançada ainda está de férias!

E a energia está à toda prova! Se perto da sua casa não há um parque, uma piscina ou ainda outros amiguinhos para eles brincarem, o que podemos oferecer para que divirtam-se com outras coisas além dos computadores e tablets?
Aqui no blog já demos várias dicas de brincadeiras de acordo com a idade, mas como é sabido que brincar permite a criança seu desenvolvimento físico, psíquico e intelectual, seguirei com idéias de brincadeiras baratas, divertidas e que permitem aos pimpolhos que passem seu tempo com muito aprendizado!

Caminho maluco:

Use giz de lousa ou ainda um pedaço grande de barbante  e desenhe no chão um caminho, com linhas retas, curvas, círculos...O objetivo da brincadeira é que a criança pise em cima do caminho e siga seu formato caminhando, sem tirar os pés da linha. Se tiverem mais crianças, elas deverão seguir o caminho de mãos dadas.

Soproball:

Use bolinhas de isopor, copos descartáveis e canudos de papel toalha ou papel higiênico.
As crianças devem , assoprando pelo canudo, colocar as bolinhas dentro do copinho.

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Outra variação é fazer um labirinto e ir soprando a bolinha até achar a saída.

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Fita elétrica:

Cole pontas de fitas ou de barbantes no corredor. As crianças deverão passar entre elas sem encostarem, senão são “queimadas” e saem da brincadeira.

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Avião ao alvo:

Faça buracos de vários tamanhos em locais aleatórios de uma folha grande e a cole na porta. A criança deve fazer um aviãozinho de papel e jogá-lo de forma que ele possa passar dentro dos buracos.

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A variação pode ser feita com bolas de meias ou de papel.

É muito importante que as brinquem, usem o corpo, a cabeça, tenham novos desafios! Faça das férias um período delicioso que vai ser lembrado pela vida toda e ensinado aos seus netos bisnetos...

Vamos brincar!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

O que podemos ensinar e aprender nas festas de fim de ano?

O Natal está aí. Alguns programando as férias, outros correndo atrás dos preparativos da ceia...outros tendo que explicar o porquê que não comemoram a data. Não importa qual o ” time” que você pertence. O fato é que sempre podemos aprender e ensinar algo também nesta data.
Se você é da turma que comemora o Natal e  recebe familiares em casa. Gosta de cozinhar e deixar a casa arrumadinha para as visitas, você pode ensinar ao seu filho a colaboração. Ajudar a colocar a mesa, a arrumar a árvore, presentes e enfeites. Produzir a decoração. Você também pode ensinar o que é tradição. Ensinar uma receita de família, a oração que vocês fazem antes da ceia. A história de Jesus. Pode ensinar a empatia, mostrado às crianças as diferentes necessidades que encontramos ao receber os  idosos e crianças. Um precisa de auxílio para subir uma escada, um sofá mais alto e confortável para sentar. O outro necessita de mais lugar para correr e brincadeiras para divertir-se.




Nesta época também você pode ensinar a caridade. Que tal levar o pimpolho para conhecer um lar de idosos ou de crianças órfãs ou ainda um local que atenda refugiados? Melhor ainda será se ele puder conversar com estas pessoas ou ainda levar uma doação de brinquedos ou roupas.
Se você é da turma que não comemora, pode ensinar o respeito. Ajudar seu filho a respeitar  outras tradições, e conseguir respeito por muitas vezes ser visto como “diferente” , já que a maioria prepara as festas.
Mas o que você pode aprender com seu filhote? A fazer um enfeite novo, a colocar um novo ingrediente naquela receita antiga e até deixá-lo conhecer outras tradições como, por exemplo, ir à ceia na casa de um amigo, já que você não comemora a data.
Independente de como você viva o Natal, ele é uma época de reflexão, de parada um pouco obrigatória para o ano que se iniciará. Aproveita para sonhar, traçar metas, agradecer e fazer seu melhor ano que vem.


Boas festas!

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

As férias

Momento sonhado pelas crianças e assustador para pais, as férias finalmente chegaram! O que fazer com a criançada com a corda a toda dentro de casa? Sabemos que isto é um desafio, pois os pais tem que continuar trabalhando dentro ou fora de casa neste período, e , em período de crise, não sobra muito dinheiro para viajar ou levar as crianças para passear e distrair-se.
            Devido a violência das cidades não há a possibilidade de brincar na rua. Clubes públicos são praticamente inexistentes, sem contar no risco de acidentes aos que as crianças estão expostas neste período. Então, o que podemos fazer? Deixá-las o dia inteiro com acesso a games e computadores? Não. Há quase que infinitas possibilidades de brincadeiras que são baratas, podem ser feitas em casa, e divertem a criançada por horas.

            Algumas dicas:


Cidade de palitos e papelão:





Material:
Canetinha,
Caixa de papelão, rolo de papel higiênico ou papel toalha, caixa de remédio ou de fósforo...
 fita adesiva,
palito de sorvete,
tesoura sem ponta,
papel e  cola
            Esta brincadeira desenvolve a criatividade, a importância da reciclagem e ainda faz com que as crianças se entretenham por horas, além de poderem aumentar a cidade e usá-las quantas vezes quiserem.

Cinema divertido






E que tal se, com estes mesmos materiais eles possas construir um local exclusivo para ver um filminho?


Memória de papelão





Mais um jogo que ensina as crianças que elas mesmas podem produzir suas brincadeiras com materiais bem baratos e que em todas as casas tem!
Jogar memória exercita o cérebro, e de forma divertida os prepara para os desafios escolares!


            As imagens foram retiradas da internet, onde encontram-se inúmeras possibilidades de brincadeiras com papelão!
            Obviamente que qualquer brincadeira fica melhor com a presença de um adulto querido por perto que se permita brincar também! Libere o artista que há em você e em seu filho! Deixe um pouco de lado o a alta exigência nas tarefas do lar, a televisão, o celular e divirta-se com eles também!
            Criança tem que brincar! Adulto pode brincar!

            Boas férias para todos!


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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Meu filho bombou, e agora?

Esta é uma das piores notícias que os pais podem receber ao fim do ano escolar.
Mas e agora, o que faço? Alguns pais brigarão, outros infelizmente baterão e há aqueles que os deixarão de castigo. Mas será que tudo isso vai resolver o problema, e fazer, magicamente o tempo voltar atrás ou estas serão alguma maneira de trabalhar com o sentimento de raiva e frustração dos próprios pais?
Realmente, muitas vezes dá vontade de fazer tudo isso, mas que tal parar, respirar fundo e tentar entender, junto com o seu filho que parte “pecamos” no caminho? Pecamos no plural mesmo, pois  filhos e pais muitas vezes tem sua cota de responsabilidade no processo.


Que tal nos perguntarmos:
Eu, aluno, estudei a matéria dada no dia,dediquei tempo suficiente a minha necessidade de estudos, fiz minhas tarefas com atenção, tirei minhas dúvidas ou contei aos meus pais que eu estava com dificuldade de aprender a matéria?
Eu, pai ou mãe, fui nas reuniões que a escola agendou, acompanhei as notas de meu filho, atentei-me às observações sobre o comportamento dele que a professora fez, o encaminhei para  a avaliação solicitada, ou ainda estava ciente do quanto tempo meu filho  estudava ou se fazia as tarefas independentemente se ele está no fundamental ou no médio?
Como podemos ver, agora é hora de repensar e estabelecer novas estratégias para o ano que vem. Neste momento cabe arrumar a casa para as festas, planejar a viagem ou as atividades nas férias, separar um tempinho a mais para estar com o filhote e até avaliar se esta é a escola correta para o desenvolvimento dele.

Aproveite o ano que se inicia para fazer de forma diferente o que não deu certo e até continuar o que deu resultado.  Com certeza, cientes das necessidades de nossas crianças e acompanhando seu desenvolvimento escolar de perto, o ano letivo que se iniciará será mais leve e alegre.

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O adolescente e a sexualidade! Você conversa sobre SEXO com seu filho?

Hoje é o dia mundial de luta contra a AIDS. Os índices indicam que a  população mais jovem, de 15 a 30 anos, que não tiveram tanto contato com os horrores da doença, tem sido a população que mais tem se infectado com a doença.
Outras moléstias sexualmente transmissíveis como a gonorréia, a sífilis, além da gravidez na adolescência tem aumentado muito nesta população também. Com estes números pensamos... Mas como isto está ocorrendo? Hoje os jovens tem a informação onde querem, qualquer um tem internet na escola ou no celular. A maioria dos programas de TV tem alguma cena ou fala que nos remete ao sexo. A escola fala sobre sexualidade... Onde há a falha?
Uma das dicas a ciência nos dá. O lobo frontal (parte do cérebro que fica perto da testa) é o que mais demora a amadurecer. Acredita-se que ele estará pronto aos 21 anos de idade. É ele o responsável pelo planejamento das ações, por avaliar o resultado do que se fez... E, se ele ainda não está maduro, “erros” nesta avaliação podem acontecer. O adolescente também passa por uma fase de “pensamento mágico” ou seja, por mais que ele saiba que qualquer relação sexual traz o risco de gravidez indesejada, ele sempre acha que com ele não acontecerá.
Mas que dificuldade, você pode pensar. Como posso ajudar meu filho? Conversando, conversando, conversando, dando responsabilidades a ele e conseqüências também. Assim ele vai “fortalecendo” esta área cerebral e entendendo mais sobre as conseqüências de seus atos. Além do mais você concorda com tudo o que vê na televisão e na mídia em geral? Acredito que não. Então discuta com seu filho sobre o que você pensa sobre sexualidade, relacionamentos, prevenção... Sempre de modo que ele esteja preparado a entender, ou seja, não adianta falar de prevenção a AIDS com uma criança de 5 anos, mas com um pré adolescente de 12,13 anos sim.

Os jovens, sempre procurarão alguém que confiam para tirar suas dúvidas da vida. Talvez não os pais, mas um tio, professora, madrinha, primo... E todos nós devemos estar preparados para dar a eles a resposta cientificamente correta e coerente com nosso pensamento sobre a questão. Este vínculo de confiança tem que ser  estimulado desde pequenino, não há como querer que um adolescente converse sobre tudo com alguém que nunca dedicou um pouco de tempo a ele.
Outro fator. Como conversamos semana passada, prestar atenção em seu comportamento é extremamente importante. O adolescente quer e precisa ser  observado pelos adultos que o cercam, já que ele está em época de descoberta e conhecimento da vida. O deixar por si só é um erro.
Como esta geração não teve contato com os horrores da AIDS onde ídolos da juventude morriam esqueléticos e rapidamente, eles não entendem que a doença mata e que, apesar do avanço da medicina com os coquetéis, a vida de um soro positivo não é nada fácil.  Ele tem que lutar diariamente com o preconceito, com os efeitos colaterais da medicação (que não são poucos)  e com a doença em si, que continua a matar muitas pessoas.
Muitas crianças nascem sem um mínimo preparo de seus jovens pais. A família acaba por criar, muitas vezes os pais param de estudar. Não que isto seja impossível de se vivenciar, mas com certeza traz mais dificuldades do que já se tem nesta fase.  Sequelas de sífilis e gonorréia estão deixando a saúde de jovens e crianças vindas desta união bem mais frágeis. Apesar do tratamento ser relativamente rápido e eficiente, se não bem cuidados podem levar à esterilidade, e a sífilis, pode chegar a uma fase que, se não for tratada, pode  atingir o cérebro e causar cegueira, insanidade, paralisias, problemas cardíacos e até óbito. No bebê, ela pode causar cegueira, surdez, problemas ósseos bem como deficiência mental.

Sabendo da gravidade destes problemas, vamos ajudar nossos jovens a viverem melhor? Que tal apresentar o mundo a eles de forma mais coerente? Junte-se ao seu adolescente, ao lado dele a vida pode ser bem melhor para vocês dois.

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