quinta-feira, 6 de abril de 2017

O que é Autismo?

O autismo faz parte dos TEA (transtorno do Espectro Autista) e é um distúrbio de desenvolvimento complexo. No Brasil, tem-se aproximadamente 2 milhões de autistas diagnosticados, a maioria deles, meninos.
Nos últimos anos, a prevalência vem aumentando,  porém, não se sabe se por causa dos diagnósticos serem feitos em maior quantidade ou realmente estão nascendo mais crianças com esta problemática.
A ciência ainda não encontrou a causa do autismo, mas se sabe que prematuridade do bebê, idade do casal acima dos 40 anos e casos de autismo na família podem aumentar a chance da criança nascer com esta característica.
Apesar de existirem vários “níveis” de prejuízo no autismo, na grande maioria dos casos, encontramos em maior ou em menor grau as dificuldades de interação social, o atraso no processo de comunicação, os comportamentos repetitivos e os interesses restritos. Crianças que não balbuciam, tem atrasos na fala, não fazem contato visual, não demonstram interesse em outras crianças, não fazem questão de se comunicar com as pessoas, não sorriem e não mandam beijinhos por exemplo, devem ser acompanhadas mais de perto.
O diagnóstico precoce é de extrema importância nos casos de autismo. Quanto mais cedo a criança  for corretamente diagnosticada, melhor é o prognóstico e maiores são as possibilidades de sua adaptação na família, na escola e na sociedade. Não há marcadores biológicos , exames de sangue ou imagem que indiquem o autismo. A avaliação é feita por meio da observação do comportamento nos mais variados ambientes em que a criança vive.


Bem como no diagnóstico, o tratamento é multidisciplinar. Médicos neuropediatras, psicólogos, psicopedagogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais participarão destes processos. Na escola, professores, alunos e corpo diretivo devem estar bem preparados para receber a criança e sua família e assim ajudá-los no processo de adaptação e inclusão escolar da criança.
Outro contexto que deve ser acompanhado de perto são os pais, familiares e cuidadores do paciente autista. Por muitas vezes cansados de idas e vindas sem um diagnóstico coerente com a realidade da criança e, sentindo um misto de alívio, tristeza e preocupação ao receberem o diagnóstico correto, muitos passam por sintomas depressivos, saem pouco de casa e podem acabar com dificuldades de relacionamento seja com seu par amoroso, com filhos, amigos e outros familiares, já que devido a características do transtorno algumas crianças podem não tolerar barulhos, cheiros, ter crises de raiva e birra.
 Este comportamento pode trazer aos familiares uma dificuldade de participar de eventos sociais, por exemplo, demandando uma maior necessidade de atenção integral à criança, não apenas com o comportamento, bem como com o tempo gasto nas atividades de intervenção.
Conheça mais sobre o autismo e assim ajude aos pacientes e familiares a terem uma qualidade de vida bem melhor.


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